Nesta quinta-feira (25), é comemorado o Dia do Feirante. O colorido das lonas sobre as bancadas recheadas de frutas e verduras das mais diferentes; os gritos de convite e de ofertas; o cheiro do pastel quentinho, recém-saído da frituras. Essas são sensações típicas das feiras livres e que todo brasileiro conhece desde criança.
Na Capital, não é diferente. São mais de 4.600 feirantes distribuídos em 18 mercados, três feiras livres e a tradicional feira da Central de Comercialização da Agricultura Familiar (Cecaf), no José Américo.

Hoje, com a difusão de redes de hipermercados, diminuição das famílias e mesmo uma alteração dos hábitos de cozinha, com maior busca por alimentos prontos e/ou processados, parece ser o aspecto comunitário que melhor caracteriza a resistência da feira.
Uma das feiras mais antigas da Capital é a de Jaguaribe, também conhecida como Feira da Quarta, por ocorrer tradicionalmente às quartas-feiras, é parte da história do bairro.
Em sua dissertação “O Bairro de Jaguaribe na memória dos seus moradores idosos”, a historiadora Juliana Barros define a feira como um dos elementos mais expressivos da identidade cultural do local.
A capital paraibana conta com 21 instalações como feiras livres e mercados públicos. A de Jaguaribe é, atualmente, classificada como Mercado Público.