Polícia Federal prendeu em flagrante, na manhã desta terça-feira (3), um homem de 40 anos durante a 33ª fase da Operação Discovery, deflagrada em João Pessoa. A ação faz parte de um esforço nacional para combater a exploração sexual infantojuvenil e reprimir o armazenamento e a troca de imagens e vídeos com conteúdo de abuso sexual de crianças e adolescentes.
De acordo com a PF, o mandado de busca e apreensão foi expedido pela 8ª Vara Federal da Paraíba. No local, o investigado apontado como administrador de um grupo de compartilhamento de material ilegal, foi preso em flagrante pelo crime de armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil, previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A pena pode chegar a quatro anos de reclusão, além de outras sanções, conforme a análise do material apreendido.
O delegado federal Joziel Brito, chefe da operação Discovery 32, destacou que “qualquer conduta na internet pode ser rastreada em qualquer lugar do país, ainda que o suspeito tente se esconder”, reforçando que os crimes cibernéticos deixam rastros digitais que permitem identificar seus autores.
Outro delegado envolvido na operação ressaltou que a meta é transformar a Paraíba em referência nacional no combate à exploração sexual infantojuvenil, com ações integradas e estratégicas.
A PF também reforçou o alerta aos pais e responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar crianças e adolescentes quanto ao uso da internet, redes sociais e aplicativos, observando mudanças de comportamento e mantendo o diálogo aberto sobre os riscos do ambiente virtual.
O nome Discovery (“descoberta”, em inglês) faz alusão à atuação constante da Polícia Federal em descobrir e punir autores de crimes dessa natureza, considerados hediondos e de grave impacto social.
A Polícia Federal prendeu em flagrante, na manhã desta terça-feira (3), um homem de 40 anos durante a 33ª fase da Operação Discovery, deflagrada em João Pessoa. A ação faz parte de um esforço nacional para combater a exploração sexual infantojuvenil e reprimir o armazenamento e a troca de imagens e vídeos com conteúdo de abuso sexual de crianças e adolescentes.
De acordo com a PF, o mandado de busca e apreensão foi expedido pela 8ª Vara Federal da Paraíba. No local, o investigado apontado como administrador de um grupo de compartilhamento de material ilegal, foi preso em flagrante pelo crime de armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil, previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A pena pode chegar a quatro anos de reclusão, além de outras sanções, conforme a análise do material apreendido.
O delegado federal Joziel Brito, chefe da operação Discovery 32, destacou que “qualquer conduta na internet pode ser rastreada em qualquer lugar do país, ainda que o suspeito tente se esconder”, reforçando que os crimes cibernéticos deixam rastros digitais que permitem identificar seus autores.
Outro delegado envolvido na operação ressaltou que a meta é transformar a Paraíba em referência nacional no combate à exploração sexual infantojuvenil, com ações integradas e estratégicas.
A PF também reforçou o alerta aos pais e responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar crianças e adolescentes quanto ao uso da internet, redes sociais e aplicativos, observando mudanças de comportamento e mantendo o diálogo aberto sobre os riscos do ambiente virtual.
O nome Discovery (“descoberta”, em inglês) faz alusão à atuação constante da Polícia Federal em descobrir e punir autores de crimes dessa natureza, considerados hediondos e de grave impacto social.