Dizem que não se pode começar o dia sem o famoso café. Bebida tradicional brasileira é adorada por uma grande parte da população. Ele pode ser um ritual matinal, uma tradição cultural, um hack de produtividade e até uma bebida saudável. Estudos sugerem, por exemplo, que os consumidores de café vivem mais e têm menores riscos de diabetes tipo 2, doença de Parkinson, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. Mas há um limite para a bebida ou sempre pode fazer mais um?
O café contém milhares de compostos químicos, muitos dos quais podem influenciar a saúde, porém, ele também costuma ser a principal fonte de cafeína para as pessoas, e é justamente daí que vem a maior parte dos riscos.
Isso porque muita cafeína pode causar batimentos cardíacos acelerados, nervosismo, ansiedade, náuseas ou problemas para dormir, bem como dores de cabeça, refluxo ácido e, em doses suficientemente altas, até tremores ou vômitos.
Além disso, a cafeína pode causar um aumento a curto prazo na pressão arterial e na frequência cardíaca, especialmente se você não o consumir regularmente, mas isso geralmente não é prejudicial. Estudos mostram que o consumo habitual de café não parece aumentar a pressão arterial ou o risco de ritmo cardíaco anormal a longo prazo.
Segundo especialistas, seria necessário consumir pelo menos 10 mil miligramas de cafeína – ou o equivalente a cerca de 50 a 100 xícaras de café, dependendo da concentração – para que fosse potencialmente fatal.