Por muito tempo, a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana – SEMOB de João Pessoa foi vista apenas como um órgão técnico, financeiro, distante da população, associado à burocracia e à punição. Essa percepção, no entanto, passou por uma transformação clara e visível sob a gestão de Marcílio do HBE, que imprimiu um novo conceito de mobilidade: mais humano, mais próximo das pessoas e atento às reais demandas de uma cidade em constante crescimento.

João Pessoa viveu, nos últimos anos, um salto significativo no número de veículos circulando diariamente. Crescimento urbano exige planejamento, investimento e, sobretudo, sensibilidade. Foi exatamente nesse ponto que a atual gestão se destacou. A ampliação e modernização da sinalização em diversos bairros demonstram uma preocupação concreta com a segurança viária e a organização do trânsito, acompanhando a dinâmica de uma capital que se expande em ritmo acelerado.
Outro avanço que merece reconhecimento é o reforço no quadro de agentes de mobilidade. A convocação de mais profissionais não ocorreu apenas para ampliar a fiscalização, mas para fortalecer uma política de educação no trânsito, baseada em orientação e prevenção, e não exclusivamente na punição. Trata-se de uma mudança de mentalidade: o agente deixa de ser visto como inimigo e passa a ser um aliado do cidadão.
A pauta da acessibilidade também ganhou protagonismo. A ampliação de vagas especiais em estacionamentos da orla e em áreas comerciais reforça o compromisso com uma cidade mais inclusiva, onde pessoas com deficiência, idosos e cidadãos com mobilidade reduzida são respeitados em seu direito de ir e vir. Mobilidade urbana só é completa quando atende a todos.

A capacitação das equipes de escolta e o reforço da atuação em áreas de maior risco refletem uma gestão técnica e responsável, voltada à redução de sinistros e à preservação de vidas. Soma-se a isso uma fiscalização mais rigorosa contra transportes irregulares, garantindo mais moralidade, segurança e justiça no sistema viário.
O investimento em tecnologia, com o monitoramento do trânsito em tempo real e a integração com as forças de segurança, representa um passo decisivo no enfrentamento de práticas criminosas e desrespeitosas no trânsito. Planejamento, tecnologia e integração institucional são marcas de uma gestão que pensa o presente sem perder de vista o futuro.
Além disso, a participação direta da Semob em grandes obras estruturantes como viadutos e anéis viários, mostra que a mobilidade não é tratada de forma isolada, mas integrada ao desenvolvimento urbano da cidade. O trânsito passa a ser parte estratégica do crescimento, e não um problema posterior.
Tudo isso é reflexo de uma liderança que entende que gerir não é apenas comandar, mas ouvir, orientar e humanizar. Marcílio do HBE consolidou uma postura de gestor próximo do povo, que cobra de sua equipe empatia, sensibilidade e respeito às dificuldades diárias enfrentadas por quem vive e circula em uma capital em plena transformação.

Criticar é legítimo. Discordar faz parte da democracia. No entanto, ignorar avanços concretos, desqualificar o diálogo e insistir em uma oposição baseada apenas no conflito revela mais sobre quem critica do que sobre quem trabalha. A gestão Marcílio do HBE segue avançando, mesmo diante de adversidades e de críticas que, muitas vezes, não se sustentam nos fatos.
Reconhecer uma gestão eficiente não é bajulação, é maturidade política, honestidade intelectual e compromisso com a verdade. João Pessoa avança quando o debate é feito com responsabilidade, respeito e, acima de tudo, com amor pela cidade.
SB