Os mesmos cuidados adotados pelas pessoas ao longo dos quase dois anos de pandemia da COVID-19, como a higienização frequente das mãos, evitar locais fechados e sem ventilação, além do uso de álcool em gel e máscara, são eficientes contra os demais vírus de infecções respiratórias, as conhecidas gripes e resfriados, inclusive a conhecida gripe H3N2.
Na Paraíba até o dia 27 de maio, foram confirmados 564 casos de síndromes respiratórias na Paraíba.
Deste total, 56 foram de Influenza A (9,93%), 90 Influenza B (15,96%), 304 de Vírus Sincicial Respiratório (53,90%), 10 de Adenovírus (1,77%), 24 de Rinovírus (4,26%) e 03 de Parainfluenza (0,53%).
Destes 564 casos, 226 (46,41%) foram em menores de 1 ano, 127 em crianças de 1 a 4 anos de idade (26,08%) e 40 acometeram crianças de 05 a 09 anos (8,21%).
Até o momento, a Paraíba registrou 32 óbitos por síndrome respiratória, sendo 19 por influenza (um deles com coinfecção com VRS), dez de Vírus Sincicial Respiratório (VRS), dois por Rinovírus e um por parainfluenza.
Das vítimas, 15 estavam na faixa etária entre 0 e 9 anos. Por município de residência, a maior ocorrência de óbitos foi em: Monteiro (7); João Pessoa (6); Sousa (4); Sapé (2) e Campina Grande (2).
No momento, a Paraíba está com cinco óbitos em investigação.